Against the Giants - Sessão 2 - 09/12/2018
Após o combate com os gigantes e os ogros, o grupo decide retornar à cidade de Istivin, capital de Sterich, para que os humanos libertados possam receber os devidos cuidados. Thingram aproveita o retorno para levar a cabeça de um gigante à cidade para dar mais ânimo ao povo – o bardo se encarrega de criar um poema épico e o declama em uma das praças da cidade, exibindo o troféu sinistro.
O grupo se reencontra com o xerife Domnaig e um relato sobre a breve incursão nas montanhas e o encontro com o inimigo o convence a convocar o governante da capital e alguns nobres influentes que vivem na cidade. Tal encontro é agendado no mesmo dia. O Druida retorna de sua jornada pelas montanhas e esclarece ao grupo que há um humano meio louco vivendo enfurnado nas Jotens.
Enquanto aguarda a importante reunião, Turin entra em contato com Rolamas Toughtoe, um mercador halfling que o coloca à par de detalhes da cultura local. Rolamas, sem ter a frequente oportunidade de conversar com seus semelhantes, convida Turin a compartilhar uma ceia com sua família naquela noite.
Algumas horas após este contato, a grupo se dirige ao castro do xerife e a reunião tem início, o ar carregado pela gravidade do assunto. Ao apresentar o tablete de argila, um dos nobres presentes descarta a possibilidade de que as marcações se refiram a aldeias de humanos. O grupo passa a supor dessa forma que elas indicam pontos de suprimento dos gigante e, se isso for verdade, serviria para indicar possíveis rotas utilizadas em ataques – e também são um indicativo do nível incomum de organização que estes gigantes possuem.
O grupo insiste em fazer negociações mais amplas com os nobres, que por sua vez não fazem nenhum tipo de acordo sem antes convocar o Witan, o conselho de nobres, para decidir sobre diversas questões concernentes às atividades do grupo. Este, por sua vez, resolve que não ficará aguardando a decisão, partindo diretamente na tentativa de debelar as ações dos gigantes. O grupo retorna ao sul até atingir as montanhas Jotens e começa a se dirigir ao sudoeste, tentando captar algum rastro dos gigantes. O bardo e o mago são deixados como representantes para a reunião que irá acontecer.
Logo na primeira noite à céu aberto, porém, um pequeno grupo de batedores ogres avança sobre o
grupo adormecido. O elfo Aramil, que fazia a vigília sobre uma árvore, faz chover arrependimento em forma de flechas sobre os ogros, forçando o único sobrevivente a fugir. Aramil impede sua fuga e tão logo outros membros do grupo se aproximam um interrogatório começa. Com este ogro, o grupo descobre que o caminho para o salão do gigante é protegido por um vale particularmente profundo sobre o qual uma ponte móvel fora construída para facilitar no deslocamento.
No dia seguinte, o grupo continua seguindo para o sudoeste sem intercorrências e acampam à noite. No meio da madrugada, mais uma vez no turno de vigia de Aramil, barulhos são ouvidos ao longe. Um som de galhos se partindo, deslizamento e um grito de dor. O grupo corre na direção dos urros e se depara com um grupo de orcs fugindo da escravidão imposta pelos gigantes – um deles caído com a perna bizarramente quebrada. Eles dão informações importantes sobre o salão onde vive Nosnra, chefe dos gigantes locais e sobre um estranho conselheiro que os visita à lua crescente, que o grupo conclui ser um gigante mais poderoso. Eles falam sobre a enorme família dos gigantes que vivem no salão, sobre a aliança com os ogros, sobre o cativeiro e sobre os lobos criados na propriedade, e informam que a ponte móvel dos gigantes é bem guarnecida. Em retribuição às valiosas informações e reconhecendo a coragem dos fugitivos, o grupo oferece cura mágica ao orc ferido e um pouco de comida a eles, que partem na direção do sol nascente, evitando as terras humanas.
No fim da jornada do dia seguinte, sempre a sudoeste, o grupo se depara com uma caverna. Ao entrar, descobrem estantes de queijos enormes, camas de ogros e de gigantes e um buraco para fazer fogueiras. Em pouco tempo escutam vozes e vislumbram na penumbra dois gigantes entrando inadvertidamente na caverna. Thingram aguarda escondido na entrada e ataca o primeiro gigante assim que ele entra, que na sequência é crivado de flechas pelo elfo; uma pedrada certeira de Turin o atinge no meio da testa, desmaiando-o. O outro gigante vê impotente a cena e foge. O grupo o persegue freneticamente e sobe uma ravina de maneira apressada, atingindo o topo e vislumbrando com a pouca luz da lua que estão à beira de um vale. Não conseguindo mais localizar a trilha do gigante, resolvem passar a noite ali e continuar a perseguição ao amanhecer.

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